Temas Livres
 

REGULAMENTO PARA SUBMISSÃO DE TEMAS LIVRES


1.    Inscrição:
1.1.    Para inscrição de seu trabalho utilize somente o formulário disponível no site www.9cbdor.com.br.
1.2.    O prazo para inscrições de TEMAS LIVRES termina em 10 de setembro de 2010, impreterivelmente. Para este efeito, será considerada a data de envio do formulário através do site www.9cbdor.com.br.
1.3.    Cada resumo deve se limitar a um único formulário.
1.4.    Somente serão analisados os TEMAS LIVRES que tenham pelo menos um dos autores previamente inscritos no 9º CBDor.

2.    Preenchimento do formulário:
2.1.    Título: Use LETRAS MAIÚSCULAS; use EXCLUSIVAMENTE fonte Arial, pitch 10; o título poderá ter no máximo 150 caracteres. Não use abreviações.
§    Nome(s) do(s) autor(es): Escreva PRÉ-NOME e SOBRENOME PRINCIPAL por extenso, com letras  maiúsculas e minúsculas. Abrevie os demais sobrenomes pelas iniciais, sem pontuação. Quando o último sobrenome for distintivo (Filho, Júnior, Sobrinho, Neto) use abreviatura. NÃO SERÃO ACEITOS MAIS DO QUE 4 (quatro) AUTORES (1 autor e 3 co-autores). Quando houver mais de um autor, separe-os por vírgulas. Aponte, com asterisco, o apresentador do tema. 
Cada autor principal poderá enviara até 05 (cinco) trabalhos e apresentar 2 (dois) trabalhos.
2.2.     Local onde o trabalho foi realizado: utilize letras maiúsculas e minúsculas.
2.3.     Endereço completo a ser utilizado para correspondência com telefone de contato e e-mail.
2.4.     Resumo do trabalho:  
2.4.1.    ARTIGO CIENTÍFICO - deve constar: Introdução; Método, Resultados, Conclusões e Referências. Tamanho do texto – Máximo 2.700 caracteres
2.4.2.    RELATOS DE CASOS - deve constar: Introdução, Relato de Caso, Discussão e Referências. Cite 1 referência. Tamanho do texto – Máximo 2.700
2.4.3.    TEMA LIVRE CORRELATO - deve constar: Introdução; Método, Resultados, Conclusões e Referências. Tamanho do texto – Máximo 2.700 caracteres
2.4.4.    NÃO SERÃO PERMITIDAS, sob qualquer pretexto ou circunstâncias, alusões, agradecimentos ou referências que possam caracterizar divulgação comercial de produtos, equipamentos, seus fabricantes e ou distribuidores. Medicamentos devem ser citados pelo nome farmacológico e equipamentos pela referencial do produto.

3.    Preenchimento da ficha de inscrição:
Preencha a FICHA DE INSCRIÇÃO com todos os dados solicitados, inclusive código de opção de sessão de apresentação (veja relação abaixo).

4.    Avaliação dos trabalhos:
4.1.    Imperfeições de preenchimento do formulário ou desrespeito às normas implicarão em rejeição sumária, sem apreciação.
4.2.     Os trabalhos poderão ser apresentados sob a forma de pôster(0,90x1,20m) ou oralmente (em um intervalo de tempo de 10 minutos). O autor deverá fazer a opção de sua forma de apresentação
4.3.    A comissão científica se reserva o direito de selecionar os trabalhos pelo mérito ou mudar a forma de apresentação.

  CÓDIGO DE OPÇÃO DE SESSÃO DE APRESENTAÇÃO


 
Transponha para a ficha de inscrição um dos códigos (número) abaixo, que identifique a sessão na qual prefere apresentar seu trabalho:    
 
Verifique em qual destas categorias se insere o seu trabalho e indique pelo número na ficha     
 
     Categoria       

01 Biologia celular e molecular               
02 Fisiologia, anatomia e modelos animais               
03 Síndromes dolorosas
                      3.1 Dor pós-amputação
                      3.2 Artrite
                      3.3 Dor central
                      3.4 Cefaléia
                      3.5 Dor articular e óssea
                      3.6 Dor lombar
                      3.7 Dor miofascial e fibromialgia
                      3.8 Dor Musculoesquelética
                      3.9 Dor neuropática
                      3.10 Dor no parto
                      3.11 Dor orofacial
                      3.12 Dor em crianças
                      3.13Dor no idoso
                      3.14 Dor na mulher
                      3.15 Neuralgia pós-herpética
                      3.16 Dor visceral
                      3.17 Dor oncológica
                      3.18 Dor pós-operatória
                      3.19 Outra

04 Tratamento com fármacos              
05 Tratamento intervencionista              
06 Tratamento físico              
07 Acupuntura              
08 Tratamento psicossocial e cognitivo
09 Cuidados Paliativos;
10 Fisioterapia
11 Psicologia;
12 Terapia Ocupacional
13 Diagnóstico, avaliação e revisões              
14 Aspectos éticos, legais e educação
15 Unidade de Queimados
16 Uti



EXEMPLO: ARTIGO CIENTÍFICO
                                                                

POSSÍVEIS MECANISMOS DA ANTINOCICEPÇÃO E ANTIEDEMATOGÊNESE DA ALPHA E BETA AMIRINA NO MODELO DE CISTITE HEMORRÁGICA INDUZIDA POR CICLOFOSFAMIDA.
Neusa M H Bulow*, João B T R Felipe, Heinzmann B Bottom
Departamento de Biologia, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS
R. Marcílio Dias, 222 – Parque do Sol - 97095-420 Santa Maria, RS

Introdução-trabalhos anteriores revelaram uma atividade antinociceptiva visceral de alpha e beta- amirina (AMI). Para verificar os possíveis mecanismos, o presente estudo verificou os efeitos da AMI na nocicepção aguda e na resposta edematogênica no modelo de cistite hemorrágica induzida por ciclofosfamida (CFM) em camundongos normais e dessensibilizados de fibras C ou mastócitos depletados. Além disso, a participação do NO e de canais de KATP-dependentes foi verificada no efeito antinociceptivo de AMI. Método-os animais foram tratados i.p. com glibenclamida (2mg/kg); diazóxido (100mg/kg); L-NAME (20mg/kg); L-arginina (600mg/kg) e/ou AMI [3×(3-100)mg/kg, v.o] antes da injeção de CFM (400mg/kg, i.p.), e atribuídos escores para comportamentos de dor. Avaliando a participação de fibras C, os animais foram dessensibilizados com capsaicina (25 e 2×50mg/kg, s.c) e 7 dias após foram tratados com AMI (30mg/kg) e procedeu-se como anteriormente. No estudo da participação de mastócitos, os animais receberam composto 48/80 (6×0,6mg/kg e ×1,2mg/kg, ip), foram tratados com AMI (30mg/kg) e procedeu-se como anteriormente. 11h após a CFM, os animais receberam azul de Evans (25 mg/kg, e.v) e, 1h após, foram sacrificados e tiveram a bexiga retirada, pesada e imersa em formamida a 57°C/12h, para mensuração da permeabilidade vascular (PV).Resultados-houve efeito inibitório de AMI, da dessensibilização e da depleção de mastócitos sobre o edema, PV e sobre os comportamentos nociceptivos . O tratamento com AMI de animais dessensibilizados e depletados não alterou estes parâmetros vs os grupos dessensibilizados e depletados que receberam CFM. O efeito de AMI não foi revertido por L-arginina, porém a glibenclamida reverteu de forma significativa (p<0,05). Conclusões-A AMI exerce efeito antinociceptivo e antiedematogênico no modelo de cistite hemorrágica, possivelmente envolvendo a inibição da ativação de fibras C, promovendo a estabilização de mastócitos e abrindo canais de KATP dependentes.
Referências – 1. Ebert TJ, Hall JE, Barney JA et al. The effects of increasing plasma concentrations of dexmedetomidine in human. Anesth. 2000;93(2):382-394. 2. Hall JE, Uhrich TD, Barney JA et al. Sedative, amnestic and analgesic properties of small-dose dexmedetomidine infusions. Anesth Analg. 2000;90(3):699-705.